Meu amado tem o coração
trancafiado!
Alguém escondeu a chave,
a alma se perdeu da luz,
vive na penunbra de um quadrado úmido.
Teus pensamentos revoltados
impedem que as frestas de luz lhe alcance...
Teus relacionamentos furtivos,
Tua revolta escancarada,
Que foi feito do seu belo sorriso?
De ti, sou um pouco diferente...
mas carrego um coração cativo,
que escorrega entre as lágrimas,
me levando a um lugar escuro,
mas não tão longe de ti.
O que nos separa é uma parede espessa.
Onde foi parar nossa riqueza?
Aquela que vem da alma,
daquele entrelaçar de corpos de outrora?
Teu silêncio corta meus pulsos,
meus olhos sangram,
minha respiração acelera,
meu coração salta,
Ai! Essa saudade me maltrata!
Vivo um amor insano,
guardo nosso segredo...
Mas de mim, também te esconde!
Minhas cartas se extraviam...
Meu pensamento voa...
Tento te alcançar no calabouço,
sim, esse lugar em que te escondes!
Quero conduzir-te à tua paz,
Mas também me condenas às trevas.
Tua ausência me dilacera,
Pois te esconde em tua negra capa...
Não tenho força para erguer a espada,
Para arrancar-te do meu peito!
Em sonhos, sou visitada por um
guerreiroAlguém escondeu a chave,
a alma se perdeu da luz,
vive na penunbra de um quadrado úmido.
Teus pensamentos revoltados
impedem que as frestas de luz lhe alcance...
Teus relacionamentos furtivos,
Tua revolta escancarada,
Que foi feito do seu belo sorriso?
De ti, sou um pouco diferente...
mas carrego um coração cativo,
que escorrega entre as lágrimas,
me levando a um lugar escuro,
mas não tão longe de ti.
O que nos separa é uma parede espessa.
Onde foi parar nossa riqueza?
Aquela que vem da alma,
daquele entrelaçar de corpos de outrora?
Teu silêncio corta meus pulsos,
meus olhos sangram,
minha respiração acelera,
meu coração salta,
Ai! Essa saudade me maltrata!
Vivo um amor insano,
guardo nosso segredo...
Mas de mim, também te esconde!
Minhas cartas se extraviam...
Meu pensamento voa...
Tento te alcançar no calabouço,
sim, esse lugar em que te escondes!
Quero conduzir-te à tua paz,
Mas também me condenas às trevas.
Tua ausência me dilacera,
Pois te esconde em tua negra capa...
Não tenho força para erguer a espada,
Para arrancar-te do meu peito!
Mas recuso sua mão,
E como Tereza, caio no chão.
Meus olhos se desviam dos dele.
Carrego um coração que se esquiva...