segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Doce marinheiro II




Abalaste meu porto,
invertes-te o firmamento,
me alimentaste com beijos,
me entrego à valsa do desejo.

Da sua presença tenho momentos,
fervem meus pensamentos,
Se não é acaso, é poesia!
Palavras a ti chegam
E a mim, novas imagens.

Rompe-se o cotidiano,
algo novo pede passagem,
cravaste um coração cigano...

Alma voa ao vento,
Essa doçura é alimento.
bebo dela a qualquer preço...
É da vida um doce engano?

Não existe certo ou errado
Segue-se bons momentos
Por quanto tempo dura?
Em breve vira passado?

Sei que és do meu agrado
e te entrego novas palavras
Meu doce marinheiro.

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